Ao ler a notícia publicada no jornal o Tempo que informa que a economia vem recuando nos últimos anos e que uma safra de novas contratações foram ceifadas antes do tempo, percebi o quanto uma má administração pública pode prejudicar um país. Vivemos todos os dias ansiosos com o amanhã que é tão incerto, lembro-me com nostalgia do tempo em que preenchíamos uma ficha para trabalhar em uma empresa e quando estávamos quase chegando em casa já haviam nos ligado para uma entrevista. Enfim quantas guerras, guerra contra o desemprego, contra a importação, contra a religião, contra as drogas, contra a dengue, no entanto certa vez minha esposa em sua simplicidade nos anos dois mil me disse uma frase reveladora que “Quando a guerra acaba novas razões temos para lutar”, quantas guerras estamos vivendo, quantas oportunidades temos para nos perceber e relacionar na era do 4G, mensagens instantâneas, viagens espaciais bilionárias, voamos tão alto, atingimos tantos pés de altura e muitas das vezes não conseguimos ajudar aqueles que nos estão tão próximos, estamos tão conectados na rede mundial, mas tão incapazes de nos conectar com a gente mesmo. Até velório a distância foi criado, com o intuito de reduzir a distância, mas será que é esse o objetivo?Quais consequências colheremos deste modo de estar com o outro?
Certa vez fui convidado para
almoçar com uma pessoa, enquanto comíamos ela não abria mão de mexer no
celular, no elevador de cinco pessoas, quatro estão conectadas e ao se esbarrar
no outro nem se nota, o máximo que é realizado é um olhar mais frio que o
gelo.
Não sou contra à evolução tecnológica seja ela em qual âmbito for, trago hoje um
momento de reflexão para aquilo que é mais humano, o contato.
O
título só era mesmo uma provocação, questões como: Economia, Tecnologia,
Cuidado são todas promovidas pela HUMANIDADE, mas sinto que no final das contas
ainda nos falta.

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