Muitas pessoas sonham com uma pessoa perfeita, aquela
que caberá dentro de seus desejos. Já falei um pouco sobre este tema no artigo:
EM BUSCA DO PRÍNCIPE ENCANTADO. Mas algo que é corriqueiro nos relacionamentos
atuais é justamente sua inconstância, talvez esta característica humana de
desejar e quando obtém o desejado, já não deseja mais.
Falas como: “ Casarei, se não der certo, separo. ” ou “ A fila anda. ”, “ Estou na pista. ”
Talvez
seja o retrato de uma sociedade imediatista e superficial em que ao menor sinal
de inadequação de meu parceiro eu simplesmente desisto e parto para outro (a).
Pergunto-me: O amor é transitório? Ele
se altera? O amor é provisório? O que a vida afetiva traz com ela? Ele se
transforma? Estas perguntas nos perseguem e servem para olharmos para a nossa
forma de ser nestas relações. Afinal estas perguntas podem nortear o tipo de
amor que você quer? Nós não podemos ter
medo do Amor. Busque o Amor de "Encontro. Na vida temos pouquíssimos “Encontros”
conceito trabalhado no artigo: RELACIONAMENTO BLINDADO EXISTE?.
Sinta o Amor. Abra-se para o Amor. Permita-se amar e
ainda ser Amado.
Embora este conceito por muitos seja confundido com
dependência, desejo, afeto, falta. O tipo de Amor que falo são amores que façam
a vida valer a pena. Eu disse amores, não temos apenas um, afinal você tem uma
vida e uma história de Amores. Porém, embora o Amor seja um conceito, ele pode
ser vivido com cada ser amado de uma forma, prova disso é o tipo de Amor
sentido pelo pai, mãe, irmão, namorados, dentre outros.
Assim este amor que vem e
provoca um conjunto de mudanças e sensações, não é fantástico, não é
fonte somente de prazeres, ele é um incômodo, ele é essa pergunta sem resposta.
Afinal quem não tem uma pergunta sem resposta?
Cabe um recorte conceitual: Não estou aqui falando
de um Amor altruísta ou total igual ao amor de Cristo, tão pouco de Paixão sentimento
parcial e temporário. Estou aqui falando de um fenômeno que está entre os dois,
que por muitos é descartado ou não aceito. Existem muitas formas além destas já
faladas por tantos de amor. Assim reforço que a vida é breve e não sabendo o
tempo que temos, só nos resta sermos e estarmos nas relações o máximo de tempo possível.
Quanto a pessoa ideal, ela não existe, o outro é o outro e cabe-nos aceita-lo ou não do jeito que ele é. Afinal a única mudança que podemos fazer, é em nós mesmos e na forma de percebermos este mundo.
Desejo a você caro leitor uma vida de “Encontros”.
Wanderson Tadeu - Psicólogo
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