Quanto tempo temos para sermos nós mesmos? Quantos vivem representando meros papéis? Pessoas humanas? Como exigir atitudes humanas de um mundo cada dia tão desumano, individualista e materialista?
Quando pensamos nos valores das pessoas que nos cercam cada dia percebemos que o que vale é o que se tem e não realmente o que se é. A mídia todos os dias nos bombardeia com noticias pouco edificantes, programas que não nos satisfazem e que pouco nos agrega na constituição de quem somos e podemos ser.
Hoje olho para dentro e vejo que eu não sou mais o mesmo. Quantos de você existem dentro de você? Ser alegre, triste, ranzinza, pobre, rico, feliz, Ser bom, ser mau é também uma escolha e depende por qual lente estamos vendo, carregamos tudo isso com a gente.
Lembrei-me da luta dos gregos contra este suposto lado mau, luta do corpo contra a “VIDA”, em que se discutia que o mesmo corpo que habita junto com a vida é o mesmo que tanto a maltrata. Levantaram a visão da morte que liberta a vida para sua plenitude que é eterna, viver com o sofrimento que faz parte da existência requer cuidado temos por ai vários que se dizem milagreiros, que prometem livrar todos daquilo que é intrínseco da alma, os SEUS MALES.
