A felicidade hoje e todavia sempre, obteve tradicional destaque no que tange à corrida para seu alcance. Por motivos diversos muitas vezes queremos depositar nossa justificativa de buscar a felicidade em contextos divergentes de nosso conhecimento.
O pensamento que oferece mais comodidade geralmente é visto como mais fácil, menos custoso, confortável. Pensar que minha felicidade é dependente de outrem nos oportuna a descansar na expectativa alheia. Cada pessoa possui a responsabilidade de sua própria felicidade. A ninguém é fadado a permitir que o estado de ser feliz do outro seja sua tarefa. É um ato nobre, pessoal, intransferível, do próprio ser. Alguns aspectos como uma pessoa estruturou os pilares sua de história, como a pessoa observa sua dinâmica de vida, o que ela apreende em seu percurso enquanto existente são fatores que auxiliam o conhecimento de sua atual felicidade, que permitem apropriar de sua responsabilidade do perene desenvolvimento enquanto ser efetivo em sua vida.
Somos povos gregários, não somos independentes dos outros. Muito pelo contrário, necessitamos dos nossos próximos desde sempre. E a felicidade possui uma de suas características importantes o viver em sociedade, onde destaca a qualidade do altruísmo. Cada pessoa possui sua própria história, seu propósito pessoal, sua busca ímpar de crescer e se desenvolver. Cada ser humano encontra-se diante da auto-responsabilidade também quanto a felicidade. O viver assim pode ser, e é desafiante, porém, autêntico, condizente com a estrutura de cada pessoa, dentro de seus limites, de seu progresso.
Felicidade! A psicoterapia oferece possibilidades do perene desenvolvimento humano, do SER.
Tiago José
Pós-Graduado em Psicologia Clínica pela Faculdade de Estudos Administrativos de Minas Gerais.
Colunista semanal deste blog.
Tel. de Contato: 31-99629-6141
