“Era
uma vez em que o dia era bom...”
E por vivermos ansiosos pelo presente tempo
até mesmo esquecemos, ou não, de querermos decidir o que é ou não ideal e
construtivo para nós. Vivendo na constância da obrigação de ofertar a relevante
satisfação da sociedade em ter algo, de insinuar frágeis comportamentos e
financiar uma posição que não seja própria, individual. A ingrata recompensa de necessitar ser o
herói todas às vezes, quando na maior parte somos nossos próprios vilões.
A
prevalência da ingenuidade pessoal sobrepondo a espontaneidade da
autohistória. A busca suprema de uma
felicidade a custo da própria vida, e quando pensa em alcançar este sentimento
que é construído com cada parte da vida, percebe em seu momento ímpar que é na
trajetória que satisfaz sua essência.
A
recorrência da pressão exercida pelo modo de vida aparente que se leva podendo
excluir da pessoa sua natural forma de enxergar o mundo. Quando, antigamente um
carinho, um colo e beijo eram proteção, eram atitudes preventivas de um estado
de ser equilibrado, saudável e convidativo. Hoje, contraditório, vulgar. Antes, tínhamos um novo dia sem preocupação.
Hoje, apreensivos, temerários.
“Porque
a gente quer crescer, e quando cresce deseja-se voltar ao início.” Aí não aproveita
o momento agora, e anseia-se pelo antigo tempo. Dá para viver em mundo que de
repente não parece normal, embora pode-se agradavelmente viver sem que a
maldade te pareça normal.
O
que causa mais dor e sofrimento? Um joelho ralado ou um coração partido?
Depende! Sim, depende de sua própria história de vida! Depende da forma que
você deseja construir a autobiografia. A Grande História da Vida só irá
publicar nos anais da sociedade o que você esmero e diligentemente deseja
apresentar. Você pode escolher em ser um ‘era uma vez’ para um “é uma vez” e
sempre será da forma que me sentir melhor, independente do espaço e tempo em
que somos todos convidados a atuar’!
O
“era uma vez” de Kell Smith sendo instrumento de reflexão no âmago da vivência
pessoal: uma psicoterapia sempre possível!

