quarta-feira, 18 de julho de 2018

" ERA UMA VEZ EM QUE O DIA ERA BOM..."

“Era uma vez em que o dia era bom...” 

E por vivermos ansiosos pelo presente tempo até mesmo esquecemos, ou não, de querermos decidir o que é ou não ideal e construtivo para nós. Vivendo na constância da obrigação de ofertar a relevante satisfação da sociedade em ter algo, de insinuar frágeis comportamentos e financiar uma posição que não seja própria, individual.  A ingrata recompensa de necessitar ser o herói todas às vezes, quando na maior parte somos nossos próprios vilões.
A prevalência da ingenuidade pessoal sobrepondo a espontaneidade da autohistória.  A busca suprema de uma felicidade a custo da própria vida, e quando pensa em alcançar este sentimento que é construído com cada parte da vida, percebe em seu momento ímpar que é na trajetória que satisfaz sua essência.
A recorrência da pressão exercida pelo modo de vida aparente que se leva podendo excluir da pessoa sua natural forma de enxergar o mundo. Quando, antigamente um carinho, um colo e beijo eram proteção, eram atitudes preventivas de um estado de ser equilibrado, saudável e convidativo. Hoje, contraditório, vulgar.  Antes, tínhamos um novo dia sem preocupação. Hoje, apreensivos, temerários.
“Porque a gente quer crescer, e quando cresce deseja-se voltar ao início.” Aí não aproveita o momento agora, e anseia-se pelo antigo tempo. Dá para viver em mundo que de repente não parece normal, embora pode-se agradavelmente viver sem que a maldade te pareça normal.

O que causa mais dor e sofrimento? Um joelho ralado ou um coração partido? Depende! Sim, depende de sua própria história de vida! Depende da forma que você deseja construir a autobiografia. A Grande História da Vida só irá publicar nos anais da sociedade o que você esmero e diligentemente deseja apresentar. Você pode escolher em ser um ‘era uma vez’ para um “é uma vez” e sempre será da forma que me sentir melhor, independente do espaço e tempo em que somos todos convidados a atuar’!
O “era uma vez” de Kell Smith sendo instrumento de reflexão no âmago da vivência pessoal: uma psicoterapia sempre possível!




EXISTÊNCIA PLÁSTICA

Não estou preocupado com a estética. Estou preocupado com o conteúdo. A estranha mania do imediato nos seduz. Enquanto o olhar para...