quarta-feira, 11 de julho de 2018

NÃO SEJA MAIS UM? MAIS DO MESMO NÃO DÁ!

Fonte:https://bit.ly/2N6vq4B
                   Não! Não! Não! Digo repetidamente...A alma não aguenta tanta repetição.
 São hábitos e, portanto,repetidos e que não fazem mais sentido. Inovar, renovar, transformar. Parecem sinônimos de uma necessidade humana. O que é isso? Por que nascemos assim? O que ficou faltando no caminho. Provocações...Olhares... Sentidos...
[. Nota minha]
Hoje venho falar de um lugar que dói. O lugar da repetição.
Quem nunca se percebeu repetindo? Perceber-se cercado por acontecimentos repetidos e por ser dessa forma aprisionado em sua própria razão ou forma de existir. Mas qual o grande mal? O grande mal está em sofrer com esta repetição. A repetição que dói, que é disfuncional, causa dor, incômodo, insatisfação e principalmente angústia.
Ao se viver uma vida repetida, com olhos acostumados, tem-se a impressão que não se tem escolhas. É como se tudo fizesse parte de uma obra regimental em que não possuímos poder de alterar esta existência, não percebemos as inúmeras possibilidades de Ser.

A repetição de valores.

A repetição de sentimentos.

A repetição de emoções.

A repetição em se repetir.

Mas o que a Psicologia tem com isso?
Tudo! Tudo! Tudo! Desculpe-me a repetição, neste momento foi proposital. Lembro-me de um filósofo que dizia “acomodar-se é perecer”. Nós somos seres de construção e por isso existe algo em nós intrínseco que não nos permite parar dentro do processo de mudança. Uma mudança gera outra e esta por sua vez, provoca outra, que enfim, faz com que sejamos seres diferentes devido a tudo que já vivemos, embora estejamos em sociedade.
Uma vida repetida é uma vida pobre, pequena de pouco valor. Não confunda uma vida repetida com uma vida SIMPLES. Uma vida simples pode ser muito grandiosa e eu não tenho dúvidas disso. Refiro-me a uma vida rotineira e dentro desta rotina uma vida pobre em que não somos importantes ou refletimos importância na vida de ninguém. Vamos em direção ao que os outros nos dizem que é bom, ao que é agradável, sem levar em consideração se isso realmente é um valor para nós. Sem saber para onde ir, qualquer lugar nos atende e assim segue-se a multidão com a música do momento, a moda do momento, as emoções do momento, as receitas para ter um corpo perfeito do momento (se é que isso existe), receita para felicidade e aí vai. E digo que isso não tem nada a ver com originalidade, somos seres de produção, com brilho próprio. Ninguém vê o mundo como você, ninguém sente o que você sente e como sente. Ser único tem lá seu valor, ser singular. Isso está cada dia mais raro, frequento lugares e ao perceber as pessoas vejo muitos cabelos iguais, roupas iguais, formas de ser iguais, figuras repetidas, uma gama de representações de papéis sociais. Isto pouco me atrai, gosto de gente humana, que possui valores, que não tem medo de ser o que deseja ser. Que não tem medo de viver do jeito que se é, com a liberdade que se tem. Uma vida de possibilidades nos aguarda e a Psicologia traz consigo um olhar cientifico, cuidadoso, sigiloso, seguro e principalmente transformador. Você tem alguma dúvida que tudo muda e que isso é inevitável? 
Escreva-me sobre isso. Mande um e-mail, fuja da mesmice.
 
Wanderson Tadeu de Farias
Psicólogo - CRP/ 04-41833
Contato: 31-99204-3005
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