De forma recorrente uma grande parte
das pessoas vivem como se estivéssemos próximos aos fins dos dias, catástrofes naturais,
notícias desanimadoras constantes, a sensação de insegurança, vivemos ansiosos
para a chegada do próximo feriado ou de alguma data substancialmente marcante, com o intuito de fugirmos do inevitável, o adoecimento. Hoje estive me
perguntando qual seria um dos principais motivos pelo constante adoecimento das
pessoas? Pensei, pesquisei e depois de muito me inquietar cheguei à conclusão
que são diversos fatores. Mas um especificamente é determinante para uma vida
de dores, nossas relações cotidianas.
Andam em falta algumas coisas fundamentais
como, por exemplo: O bom dia com vivência, aquele que quando revelado percebe-se
que é desejante, pouco plástico, sincero, a disponibilidade de ajudar e estar
disponível para o outro. O tempo tornou-se moeda de troca, além disso, muitos
andam invisíveis aos nossos olhos e achamos que nada interferem em nosso mundo
perfeito, em que basta que nosso time ganhe para que eu me sinta representado e
também ganhador, um mal estar corrente nos circunda e traz com ele desafios
diários.
Dentre estes desafios está a
dificuldade em se conviver com o outro e neste caso o outro é justamente aquele
que não sou eu, ou não se parece comigo, basicamente um estranho, estrangeiro e
diferente. Muitas vezes rejeitamos este outro que tanto nos afeta, nos
transforma, nos faz ser únicos.
Sabendo desta imensa dificuldade e o
necessário papel de todas as pessoas em nossa existência, lhe pergunto: Como
você vem se relacionando com as pessoas em sua vida? Muitos me dirão que a vida
é corrida para que possamos fazer esta análise. Outros levantarão que isso só
acontece em pouquíssimos momentos ou que não é hora para isso. E infelizmente
terão aqueles que acreditam que são imunes a qualquer relação ou se enganam por
acreditar que se conhecem totalmente, ou simplesmente por acreditar que o outro
é totalmente externo a ele e portanto insignificante.
Trago
pra você caro(a) leitor(a) a visão que uma vida sem sentido é uma vida de desespero
e portanto adoecedora. Isso acontece com você? Como conseguir conviver ou se
conhecer melhor neste lugar que requer tanto controle? Como me prevenir deste
adoecimento? O primeiro passo você acabou de dar que é tomar conhecimento que
ele existe.
A psicoterapia individual é um espaço para toda pessoa que quer
entender, crescer e principalmente tornar-se uma pessoa melhor em todas as
relações. A partir de técnicas científicas validadas durante anos, temos a
oportunidade de nos conectar com isso que perdemos no caminho. Dê uma chance
para você e sua família, amigos e colegas procure um Psicólogo, além de tudo o
sigilo profissional não é apenas um direito do cliente, mas uma obrigação
profissional.
Um forte abraço!
Wanderson Tadeu de Farias
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