Ao pensar na questão da violência, mas não na
violência declarada, aquela na qual o bandido vem e leva tudo que você possui.
Pensando na violência “velada”, esta a que nos submetemos todos os dias, quando
nos acovardamos perante o mundo, abrindo mão de nossos sonhos e projetos que
nos fazem e sempre nos fizeram prosseguir.
Ai você não sabe por que sente tanta dor, tanto
desalento, a dor de cabeça sem explicação. Esse fenômeno quando se descarta
outros quadros clínicos chamamos de Somatização,
neste caso específico Psicossomatização.
E isso se dá por diversos motivos, muitas das vezes, quando passamos por cima de
nossos valores, desejos e principalmente de nossas necessidades.
E você ainda vem me falar que não sabe o porquê
de tanta dor?
Você se negou até aqui. Você se violentou. Você
permitiu tudo isso...
E abaixo situações que muitas das vezes
vivemos e que mostra um começo de tal ruptura.

1.
Você
não suporta o comportamento de algumas pessoas e as vezes são parentes próximos,
mas mesmo assim insiste em passar por cima de todos os desagrados e afetações
que estes provocam e provocaram em você, como se nada tivesse acontecido.
Ninguém sairá ileso das relações.
2. Você
odeia seu trabalho e ainda se sacrifica, conformando-se com o final de semana.
“ A vida é muito curta para ser pequena. ”
3. Seu
(ua) parceiro (a) é violento (a) com você e ainda acredita neste amor que provoca
sofrimento.
O amor não dói, se dói é outra coisa.
Mas você continua e diz: “isso vai passar”, negando a
própria dor, vivendo a sensação de fracasso, de adoecimento.
Eu te digo! Nem tudo está perdido, pois a mera
constatação de que até aqui vivemos uma vida “pequena” e repleta de desgostos,
a Psicologia existencial nos lembra do compromisso com aqueles valores mais significativos,
nos projetando para um futuro diferente. Através de um olhar para o nosso agora
e usando técnicas reconhecidas o paciente se conecta com a parte que foi
afetada, com o intuito de se curar.
Afinal se é na “relação que eu adoeço é nela que me curo.
” E ao me deparar com esta pessoa, que as vezes nos desconectamos, esta pessoa
que as vezes desconhecida, para outras um completo violador, Eu Mesmo.
Com esta experiência de “encontro” tenho a
oportunidade de romper com a violação, encontro-me, transformo-me e olho para
os outros com um olhar de diferenciação, pois sou único, sou desejante, tenho
necessidades e para isso preciso de romper com o primeiro processo violento de: "EU COMIGO MESMO."
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